sábado, 14 de fevereiro de 2009

Carta aos Guias de Patrulha


"Quero que vocês, guias de patrulha, entrem em acção e adestrem suas Patrulhas inteiramente sozinhos e à sua moda porque, para vocês, é perfeitamente possível pegar cada rapaz da Patrulha e fazer dele um bom camarada, um verdadeiro Homem. De nada vale ter um ou dois rapazes admiráveis e o resto não prestando para nada. Vocês devem procurar fazê-los todos positivamente bons.

Para conseguir isso, a coisa mais importante é o próprio exemplo, porque, o que vocês fizerem, os seus Escuteiros também farão.

Mostrem a todos eles que vocês sabem obedecer às ordens dadas, sejam elas ordens verbais, ou sejam regras que estejam escritas ou impressas; e que vocês cumprem ordens, esteja ou não o Chefe Escuteiro presente. Mostrem que conseguem conquistar distintivos de Especialidades e, com um pouco de persuasão, os seus rapazes seguirão o seu exemplo.

Mas, lembrem-se que vocês devem guiá-los, e não empurrá-los.

Baden-Powell of Gilwell."

Desfile de carnaval

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

A nossa actividade realizada em Oliveira S. Maria em que se reuniram os pioneiros dos agrupamentos pertencentes á patrulha pica.Foi um acampamento espetacular em que nos divertimos imenço.

Aqui deixamos agora algumas fotas.







sábado, 24 de janeiro de 2009

Nova activadade a Oliveira Sta. Maria

Devido ao mau tempo a actividade foi anulada.
Mas por sinal no dia 6 de Fevereiro iremos realizar um novo acampamento a OLiveira Sta. Maria, onde iremosna Sexta-feira por volta das 20:30onde iremos ficar por la acampados e viremos no sábado a tarde.
em breve iremos dar mais noticias e assim

despedimo-nos com uma canhota amiga

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

São João de Brito - O nosso Patrono



Nascido em Lisboa, a 1 de Março de 1647. Filho de Salvador de Brito Pereira e de D. Brites Pereira, descendentes da família de D. Nuno Álvares Pereira. Aos dois anos de idade fica órfão de pai. Aos nove, depois de uma infância bastante melindrosa - era de natureza frágil - entra no paço como pagem, ficando ao serviço do Infante D. Pedro. Já nessa altura se revela diferente dos outros rapazes da mesma idade: reza e estuda, não cuidando das coisas vãs.

Aos onze anos fica gravemente doente. Quase sem esperança, a mãe invoca S. Francisco Xavier e promete que, se o filho melhorar, ele vestirá, durante um ano, a roupa dos padres missionários da Companhia de Jesus.

Salva-se... e, uma vez vestida aquela roupa, não mais a quer largar. Pede para ser admitido na Companhia de Jesus, o que só consegue depois de vencer grandes dificuldades, levantadas principalmente na corte, onde não se querem ver privados do seu agradável convívio, e por sua mãe que sabe quanto ele é fraco fisicamente.

A 17 de Dezembro é, finalmente, admitido. Onze anos depois, a seu pedido, é missionário nas piores regiões da Índia, onde desenvolve uma actividade particularmente notável: conversões, baptismos, comunhões, etc., contam-se aos milhares.

É perseguido várias vezes. Chega a estar preso e a ser condenado à morte. A execução, porém, não se realiza. Mas, uma vez em liberdade, sem se atemorizar, continua o seu apostolado. Por toda a parte, o espanto e o respeito acompanham a sua actuação.

As autoridades pagãs, contudo, apertam o círculo da perseguição e, dentro em pouco, é nova e definitivamente preso. Quando lhe comunicam que vai ser executado, alegra-se porque vai morrer pelo Senhor.